Objetivo do Workshop
O 1º Workshop de Integração entre o Plano de Ação de Emergência (PAE) e os Planos de Contingência Municipais (PLANCON) da CTG Brasil é projetado para unir esforços em torno da segurança das barragens. Este encontro visa proporcionar um espaço colaborativo para discutir as melhores práticas e a integração de recursos entre a usina e os municípios da região, enfatizando a proteção da população em situações de emergência.
Data e Local do Evento
O workshop acontecerá no dia 14 de maio de 2026, na Usina Hidrelétrica (UHE) Jupiá. Este local foi escolhido devido à sua relevância e histórico de operação no setor energético, além de ser um ponto estratégico para a integração das ações de segurança.
Importância do Plano de Ação de Emergência
O Plano de Ação de Emergência (PAE) é uma ferramenta vital que detalha as medidas a serem adotadas em situações críticas envolvendo barragens. Seu principal foco é a proteção da vida e a mitigação de riscos, estabelecendo protocolos claros que visam a segurança da população nas proximidades da usina. A implementação desse plano é deveras importante, visto que sua eficiência pode salvar vidas e garantir uma resposta rápida em emergências.

Integração com Planos de Contingência
A colaboração entre o PAE e os Planos de Contingência Municipais (PLANCON) é essencial. Essa integração assegura que as ações previstas na usina estejam aliadas às estratégias dos municípios, resultando em respostas mais ágeis e coordenadas em caso de incidentes. Essa união fortalece a capacidade de resposta local e promove um alinhamento entre a CTG Brasil e as autoridades de gestão de emergências.
Representantes Convidados
O evento contará com a presença de representantes das Defesas Civis de várias cidades da região, como:
- Castilho (SP)
- Três Lagoas (MS)
- Paulicéia (SP)
- Panorama (SP)
- Brasilândia (MS)
Esses municípios são parte das Zonas de Autossalvamento (ZAS) e Zonas de Segurança Secundária (ZSS) da usina, e a participação deles é fundamental para o sucesso da integração proposta.
Ações Emergenciais Implementadas
A Usina Hidrelétrica Jupiá já implementou várias ações emergenciais, tais como:
- Cadastramento da população nas ZAS
- Instalação de rotas de evacuação sinalizadas
- Implantação de sistema sonoro de emergência
- Realização de simulados de evacuação
Essas medidas são essenciais para não apenas informar a população, mas também para prepará-la para possíveis situações de risco.
Protocolos de Segurança nas Usinas
A segurança das usinas hidrelétricas é uma prioridade para a CTG Brasil, que assegura que todas as suas operações sigam as normativas da legislação vigente. As usinas são constantemente avaliadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), e as classificações asseguram que elas são consideradas de baixo risco. Isso, aliado a rigorosos padrões de segurança e um monitoramento contínuo, garante a integridade das operações.
Depoimento do Gerente Pedro Nunes
Pedro Nunes, gerente de engenharia civil e segurança de barragens da CTG Brasil, enfatiza a importância de eventos como o workshop: “Promover essa integração é crucial para aprimorar a capacidade de resposta em situações emergenciais. O alinhamento entre a empresa e os órgãos responsáveis pela defesa civil contribui para a segurança das comunidades.” Essas palavras reforçam a determinação da CTG Brasil em assegurar um elevado padrão de segurança e cooperação.
Sobre a CTG Brasil
A CTG Brasil é uma das principais geradoras de energia do Brasil, com um forte compromisso com a responsabilidade social e ambiental. A empresa possui ativos em:
- 15 usinas hidrelétricas
- 12 parques eólicos
- Um complexo solar
Com uma capacidade instalada total de 9 GW, a CTG Brasil é controlada de forma indireta pela China Three Gorges Corporation, que é uma referência global em geração de energia limpa.
Impacto na Comunidade e Segurança
O impacto do trabalho da CTG Brasil se estende além da geração de energia. A empresa investe em práticas que visam melhorar a segurança de comunidades próximas às suas operações. As iniciativas voltadas para a integração com os órgãos de defesa civil e as municipalidades fortalecem a resiliência das comunidades, garantindo que os moradores estejam preparados e informados sobre as medidas de segurança em caso de emergências.



