Chegada das Escolas ao Anhembi
No dia 13 de fevereiro de 2026, o Carnaval de São Paulo teve seu início com a primeira noite de desfiles do Grupo Especial, no Sambódromo do Anhembi. As escolas de samba começaram a se apresentar, trazendo coreografias exuberantes e enredos variados que fazem parte da tradição carioca. A noite, no entanto, foi marcada por uma série de desafios.
Os Atrasos que Marcaram a Noite
Um dos aspectos mais notáveis dessa abertura foi a presença de atrasos significativos nos desfiles. Durante a noite, várias escolas se depararam com problemas logísticos que atrasaram seu cronograma. Isso gerou uma expectativa crescente entre os espectadores, que aguardavam ansiosamente as apresentações.
Desmaio na Comissão de Frente
A primeira escola a entrar na passarela, a Mocidade Unida da Mooca, teve que lidar com um incidente inesperado. Um membro de sua comissão de frente desmaiou antes de sua apresentação. Isso destacou a pressão e intensidade que os integrantes sentem durante o desfile, especialmente em eventos de grande porte como o Carnaval.

Incidente na Mocidade Unida da Mooca
Além do desmaio, a Mocidade Unida da Mooca também enfrentou outras adversidades. Antes de iniciar seu espetáculo, ocorreu uma briga entre a diretoria e uma de suas modelos, a Mulher Pera. Ela apareceu no local de concentração vestida de forma não prevista, o que levou a uma discussão acalorada. Como resultado, a agremiação teve que lidar com os atrasos em seu desfile por conta de outros incidentes que perturbaram seu planejamento.
Destaques das Apresentações
As apresentações dessa noite variaram bastante em termos de performance e recepção. Algumas escolas se destacaram por suas apresentações vibrantes, enquanto outras lutavam para evitar a desqualificação e rebaixamento.
A Estréia da Mocidade Unida da Mooca
A Mocidade Unida da Mooca fez sua estreia no Grupo Especial com o enredo “GÈLÈDÉS – Agbara Obinrin”, um show vibrante, assinado pelo carnavalesco Renan Ribeiro. Apesar de uma bateria relativamente animada, houve problemas na evolução das alas, que tiveram que acelerar o passo para não ultrapassar o tempo determinado para o desfile.
Problemas de Evolução na Escola Colorado do Brás
Na sequência, a Colorado do Brás apresentou seu enredo “A Bruxa está solta! Senhoras do saber renascem na Colorado”. Sendo a segunda escola a desfilar, ela teve um desempenho sem maiores acontecimentos negativos, exceto alguns problemas menores relacionados à sincronização e à evolução das alas que também deixaram de ter uma apresentação totalmente perfeita.
Dragões da Real Se Destacam no Desfile
A Dragões da Real foi a terceira escola a entrar na disputa, apresentando o enredo “Guerreiras Icamiabas: Uma Lendária História de Força e Resistência”. A apresentação da Dragões foi considerada tecnicamente perfeita, com coreografias bem executadas e um espetáculo visual atraente, consolidando a escola como uma das favoritas ao título deste ano.
Rosas de Ouro e os Desafios
A quarta escola a desfilar foi a Rosas de Ouro, que trouxeram um tema ligado ao zodíaco, mas não sem dificuldades. O desmaio de um de seus integrantes da comissão de frente e a falta de entrega no prazo de documentos para a avaliação dos jurados resultaram em uma penalização de meio ponto. Esses fatores somados colocaram a escola em situação de risco de rebaixamento.
A Grande Final com Barroca Zona Sul
Fechando a noite, a Barroca Zona Sul promoveu uma apresentação em homenagem à orixá Oxum, com o tema “Oro Mi Maió Oxum”. Embora atendeu bem ao enredo, também enfrentou dificuldades em manter o ritmo adequado e a evolução fluida necessária durante o desfile, especialmente em relação à bateria e à logística dos carros na passarela.



